Baku promete uma corrida entusiasmante, olhando à amostra que tivemos ontem na qualificação. Os incidentes na sessão que definiu a grelha poderão voltar a acontecer na corrida o que poderá mudar a face da corrida, dependendo da estratégia escolhida.
A estratégia preferida deverá ser a mesma para todos, desde Charles Leclerc até Valtteri Bottas no 10 º posto, começando com macios e passando para os pneus duros para um stint mais longo.

Embora as ultrapassagens sejam possíveis em Baku, continua a ser um circuito citadino onde se prefere ter posição de pista, dado o perigo envolvido tanto na luta contra outro carro, como o potencial de interrupção da corrida.
Uma paragem em condições de bandeira verde ainda custa cerca de 20 segundos, pelo que é provável que uma paragem única seja a estratégia preferida.
Espera-se que o undercut (para primeiro e forçar o andamento no início do stint) seja muito mais potente em Baku do que vimos no Mónaco, onde o overcut (vantagem para quem parou mais tarde) foi mais eficiente como vimos com Sergio Pérez.

Não seria surpreendentemente surpreendente ver alguém começar nos macios fora dos 10 primeiros, pelo facto de se saber que se está na mesma estratégia que os que estão à frente. Isto porque os médios são na realidade um pneu muito semelhante em termos de graining e os softs têm uma vantagem de desempenho de pelo menos meio segundo por volta na corrida.
Os níveis de degradação também são relativamente semelhantes, mas os médios dariam mais flexibilidade, uma vez que a primeira paragem seria idealmente na ordem das 16-23 voltas, antes de mudar para os duros durante o resto da corrida.
Apesar da meteorologia dar sol e temperaturas agradáveis, há uma mudança significativa a ter em conta, com um vento muito mais forte previsto no domingo, e embora se esperasse que os edifícios oferecessem algum abrigo contra as rajadas, o vento pode na realidade ser amplificado pelo facto de ser um circuito de rua onde é canalizado através das aberturas.










