Lewis Hamilton acabou por fazer na Q3 aquilo que não tinha conseguido fazer na fase intermédia da qualificação, assim como George Russell.
A maior deceção da equipa no primeiro dia no traçado de Baku foi a eliminação de Russell na Q2, mas o desempenho de Hamilton também não foi o melhor. Foi por muito pouco que não aconteceu a Hamilton a eliminação.
No final da qualificação Russell afirmou que faltou velocidade e é verdade que o motor Mercedes tem um défice para os concorrentes diretos, mas na Q3 o seu companheiro de equipa conseguiu colocar-se à frente dos Aston Martin. A diferença, essa, ainda é grande para os mais rápidos e, ou a Mercedes ‘saca’ um coelho da cartola na corrida, ou o resultado pode ser amargo para uma equipa que apresentou muitas atualizações no Azerbaijão.










Os softs nesta pista não duram para sempre. O que parece dar a entender é que para este GP o w14 não funcionará com os outros pneus. Será que os ganhos teóricos das atualizações mais uma vez fracassam com a realidade, como o conceito inovador que diziam que iria dizimar a concorrência e que falharam redondamente?