Charles Leclerc impôs um forte ritmo durante o segundo treino livre do Grande Prémio da Austrália, batendo por 0.3s Max Verstappen e por 0.4s o seu colega de equipa, Carlos Sainz. No entanto, Helmut Marko não mostrou preocupação pela diferença de ritmo naquela sessão, tendo-a justificado com modos diferentes de motor utilizados pelas duas equipas.
“Acho que a Ferrari usou a potência máxima [do motor] na simulação de qualificação, nós não”, disse o consultor austríaco à Sky alemã, justificando a margem de 0.381s entre o mais rápido Charles Leclerc e o piloto da Red Bull, Max Verstappen. Como tal, Helmut Marko não vê esta diferença como “crítica”, porém, admite que a simulação de corrida do piloto monegasco da Ferrari “foi impressionante”.
O austríaco explicou ao mesmo canal que “a nossa configuração ainda não é a correta, mas o carro não está mau, apesar de Leclerc ter estabelecido um ritmo que significa que ainda precisamos de afinar”. Mark concluiu que, no geral, “o pelotão está a aproximar-se mais” da Red Bull.
Foto: Mark Thompson/Getty Images/Red Bull Content Pool











