Fernando Alonso perdeu o terceiro lugar que tinha terminado na corrida de Jidá por uma situação idêntica ao que Esteban Ocon passou na corrida do Bahrein. O Colégio de Comissários Desportivos só decidiu depois da cerimónia do pódio pela aplicação de 10 segundos de penalização, algo que a Aston Martin tinha esperanças de não acontecer, mas as dúvidas ainda são muitas dentro da estrutura de Silverstone.
“Pelo que percebi, Fernando teve de cumprir uma penalização de 5 segundos por não estar bem colocado na caixa da grelha de partida. É uma questão que temos de analisar dentro da equipa. Depois, se eu percebi bem, não cumprimos a penalização como devíamos, embora não saiba muito bem como é que isso aconteceu. O regulamento diz que não podemos trabalhar no carro [antes de passar o tempo da penalização], mas penso que o carro estava parado há mais de 5 segundos, ainda antes de começarmos a trabalhar. Agora temos de perceber de onde vem esta penalização, por isso estamos em contacto com a FIA”, explicou o responsável da Aston Martin.
Mike Krack afirmou que a equipa reviu as imagens e não se percebe que o macaco traseiro tocou no AMR23 nº 14 antes de se passarem os 5 segundos de penalização, algo que tem sido avançado como a causa da segunda sanção do CCD. “Não conseguimos ver, não identificamos onde é que possa estar a tocar ou não o macaco, por isso prefiro não me adiantar e dizer alguma coisa sobre isso. Talvez tenham imagens de ângulo diferente que eu ainda não vi”.
Sem saber ainda muito bem o que se passou, Krack salientou que “temos de ver se podemos recorrer ou não, é isso que temos de analisar agora”, disse.










