Durante o fim-de-semana de abertura da época, contámos com uma atuação extraordinária de um verdadeiro herói, Lance Stroll. Depois do que lhe sucedeu na sequência de uma queda de bicicleta, o piloto canadiano teve uma recuperação fantástica, que lhe permitiu correr no Bahrein. Mas ainda com grande esforço. Daí, ter sido considerado um herói.
Passaram duas semanas, como estará a sua recuperação?
Como se sabe, a Aston Martin emergiu como o concorrente mais próximo da Red Bull na corrida, embora tenha sido necessário a Fernando Alonso uma parte significativa da corrida para chegar ao terceiro lugar.
Três posições atrás dele, porém, o seu companheiro de equipa fez algo notável. Lance Stroll guiou um F1 num GP com dois pulsos partidos e um dedo do pé partido, e depois de ultrapassar George Russell, estava a aproximar-se de Lewis Hamilton na fase final da corrida, marcando bons pontos.
Fazê-lo no espaço de duas semanas após a cirurgia foi francamente incrível, e Stroll partilhou a sua história completa de recuperação do acidente até à corrida nos seus canais de redes sociais na semana passada.
Mas via-se que o canadiano não estava a 100%, longe disso, e mesmo sem testar foi fantástico o que fez.
Agora, quão forte estará? O Circuito Jeddah Corniche é difícil, não dá espaço a erros em comparação com o Bahrein. Será curioso ver a prestação de Lance Stroll nesta pista.











Pelo número de artigos que já publicaram a enaltecer o épico sacrifício do Lance Sroll no Bahrain só se pode concluir que o pai Lourenço comprou o AutoSport.
Ou então foi o mental coach dele, o tuga (não me lembro do nome dele), que encomendou estes artigos. Já agora, “Caro Autosport”, como é que se guia um F1, ou qualquer carro de competição, com os pulsos partidos?
Já é quase uma tradição o jornalismo português da especialidade “adoptar”, levar ao colo um ou outro piloto por causa das amizades pessoais. Quem se lembra? Era impossível lermos/ ouvirmos uma crítica ao Alboreto, bom piloto, e excelente pessoa ( que deixou 2 maravilhosas filhas, mas não é essa a questão), porém, enchiam-nos também com artigos a pintar o Rosberg como o Villeneuve dos pobres ( no entanto, revejam Long Beach 82 ou Mónaco 83) quando ele com um Williams- Ford batia sonoramente o Alboreto com um Tyrrel- Ford da mesma Liga.. Tal como nos ralis “era proibido” dizer que… Ler mais »
Como se a Tyrrell estivesse na “mesma liga” da Williams em 82/83…dizes com cada coisa sem nexo, ainda assim, vai lá ver quem ganhou Las Vegas 82 e Detroit 83…
Que um piloto sem testar o carro e com limitações físicas mereça uma menção especial não haja dúvidas. Que isto faça parecer que, de repente, ele se tornou um bom piloto já são outros quinhentos.