Max Verstappen foi coroado campeão do mundo de Fórmula 1, e o que se passou a seguir à corrida, apenas manchou uma bela época entre os dois pilotos, aliás. Analisando o derradeiro desafio que teve de vencer, Verstappen apelidou a corrida de “frenética” e “louca”, possivelmente um retrato fiel daquilo que pudemos ver.
“Frenética. No início, claro, faltava-nos claramente ritmo, mas tentei manter-me com ele o máximo de tempo possível, de qualquer forma. Apenas não tínhamos ritmo. Já o início não foi bom, mas depois sim, foi realmente difícil. Eu estava um pouco por conta própria. Checo fez um trabalho espantoso para tentar manter Lewis atrás, por isso a distância foi novamente reduzida, por isso começamos de novo, mas claramente, estava de novo a afastar-se. Depois tentamos algo diferente com o Virtual Safety Car, mas não resultou porque, claramente, ainda não tínhamos ritmo – depois tudo se tornou bastante louco no final com aquele Safety Car e aquele reinício na última volta”, explicou o piloto neerlandês em conferência de imprensa, onde faltou Lewis Hamilton que não falou com a comunicação social após a equipa interpor os dois protestos ao colégio de comissários.
Verstappen ainda esclareceu que sentiu uma “enorme cãibra” após a saída do Safety Car e o regresso à ação, quando ultrapassou o seu rival pelo título.
“Bastante louca, mas também uma enorme cãibra na minha perna em toda aquela última volta. Estava atrás de Lewis e ao passar pela curva 2 e 3, tive uma enorme cãibra, por isso fiquei como que a todo o gás, mas mal tinha força para carregar no acelerador, por isso fiquei feliz por haver a curva 5 para poder travar e relaxar durante alguns segundos, e depois voltar para as duas longas retas, o que é muito, muito doloroso – mas claro que para aquela última volta aguentei, mas depois foram emoções loucas”.
Já sobre o episódio na primeira volta, entre os dois pilotos que lutavam pelo título, Verstappen afirmou que como não foi tomada nenhuma decisão por parte dos comissários, concentrou-se apenas no que tinha a fazer na corrida.
“Fiz bem a reta e fui para o interior. Nem sequer bloqueei a travagem, apenas fiz a curva, na minha trajetória e depois, claro, ele escolheu usar escapatória e basicamente ganhou vantagem ao ficar na frente. E nada aconteceu, pelo que me concentrei apenas em mim e continuei”.











Inteligente por parte do Max em não explorar o tema da primeira volta. É campeão e não vale a pena perder tempo a alimentar intrigas. Bravo!!
Muitíssimo bem escrito!
Verstappen é o grande campeão e deve estar acima dessas questões que agora são menores…
Cumprimentos
Revi o resumo da corrida, e a Mercedes falhou completamente na estratégia ao não levar o Hamilton às boxes em período de Virtual Safety Car. O Hamilton teve vários episódios nos quais a “Sorte” parece ter-lhe bafejado, desta vez calhou ao Verstappen.
E será que a redbull parava ??
Ir a frente nesta questão é sempre complicado.::
Nunca vi um campeão tão mal amado como o Hamilton. Porque será?! Será por conduzir um carro preto?
Mudem-lhe a cor do carro para o ano. Vai funcionar.
E tu precisas de mudar de cérebro, vai funcionar.
Curioso como agora Max já não acusa a FIA de “ser sempre a mesma coisa” quando a decisão de não seguir o procedimento do Safety Car como dizem as regras lhe deu jeito.
Mas na primeira volta bem que insinuou (mais uma vez) que foi prejudicado de propósito pela FIA “as usual” como ele próprio disse. hahahaha
MAs o destaque vai para Hamilton e a maneira humilde como cumprimentou Max pela vitória e o campeonato. Uma bofetada de luva branca de um verdadeiro campeão.
Curioso também o Max ter celebrado com o espumante não alcoólico desta vez. Há uma semana quando abandonou o pódio disse que só celebrava com álcool ou algo do género