A vontade de Vasseur é de copiar um pouco o modelo que a Force India usa e que tem dado excelentes resultados. A Force acabou os últimos dois campeonatos na quarta posição e é considerada quase de forma unânime a equipa que mais perto esteve do trio da frente em 2017.
Para o responsável da Sauber, a equipa suíça pode recriar esse feito, agora com o apoio da Ferrari. que lhes permitirá ter as unidades motrizes atualizadas da Scuderia e poderão contar com o jovem talento Charles Leclerc:
“A Force India é um bom modelo a seguir pois eles trabalham com a Mercedes um pouco da mesma forma como trabalhamos agora com a Ferrari. Trabalham com colaborações, com os pilotos, com os motores e outras partes e têm mais ou menos o mesmo tamanho que a Sauber. É um bom exemplo do que podemos atingir e do que este projeto pode ser capaz. Claro que demorou tempo até atingirem este nível. Apresentaram um projeto a longo prazo, sério e mantiveram consistência, ano após ano. Temos de pensar da mesma maneira e planear a longo prazo. Não é por contratarmos um engenheiro da Mercedes que automaticamente teremos um carro mais rápido para o ano que vem. Se não temos o orçamento para fazer frente aos grandes, temos de saber para onde vamos, como vamos e levar essa ideia até ao fim.”
Vasseur tem como objetivo principal este ano diminuir a distância para os concorrentes diretos e tentar entrar regularmente nos pontos perto do final da época. A distância ainda é considerável, mas o francês acredita que a Sauber poderá encurtar distâncias e assim começar a entrar no top 10 das corridas. salientando no entanto que mais que um oitavo lugar será muito complicado de atingir.












Falta apostarem numa peça fundamental, que é o piloto. A Force India sempre teve bons pilotos, o que ajuda a fazer a diferença.