O novo sistema de qualificação da Fórmula E tem sido elogiado pelo espetáculo que produz e por trazer mais alguma justiça. No entanto, quem mais perdeu foram as equipas pequenas que têm assim menos hipóteses de poderem surpreender. Sérgio Sette Câmara, piloto da Dragon Penske Autosport falou disso mesmo, explicando que o novo sistema não permite tantas hipóteses às equipas pequenas:
“Penso que é muito difícil surpreender numa sessão de qualificação este ano, porque todos têm três voltas a quatro voltas para passar à fase a eliminar, e a potência não é tão alta”, disse Sette Camara, citado pelo motorsport.com. “Por isso, todos dão voltas muito boas. No ano passado, só tínhamos uma volta na potência máxima, pelo que se podia fazer algo diferente e tentar fazer uma volta realmente boa, e este ano é muito mais difícil. Penso que toda a gente fez voltas espetaculares na qualificação. Eu tinha fiquei a apenas um décimo[no México] de estar no topo, mas isso não aconteceu. Por isso é muito, muito renhido este ano”.









