A FIA adicionou a Fórmula E à lista de campeonatos que permitem acumular pontos para a obtenção da Superlicença de Fórmula 1. O campeonato de monolugares elétricos tem a mesma importância da categoria LMP1 do WEC e da IndyCar, oferecendo 40 pontos ao campeão, 30 pontos ao vicecampeão e 20 pontos ao terceiro classificado no campeonato.
Isto significa que o campeão da Fórmula E pode ter acesso imediato a uma Superlicença se for necessário. O campeonato evoluiu para uma carreira profissional alternativa à F1, com vários ex-pilotos de F1 (Buemi, Piquet, Vergne, entre outros) e vários pilotos de GP2 (Bird, Abt, Frijns) que nunca conseguiram dar o salto para a categoria principal.
Pilotos com experiência em endurance (Di Grassi, Duval, Sarrazin) costumam ter bons resultados nesta categoria, mas alguns já não têm idade para serem considerados para a F1.










