Apesar da corrida de Alexander Albon, o piloto escolhido pela Williams para experimentar o novo pacote de atualizações no FW44, ter sido muito curta e a equipa ter apenas dados em pista das sessões de treinos, o conceito inicial do carro foi posto de lado. A Williams parece ter gostado das indicações dadas em pista e o facto do conceito original ter colocado o carro no fundo da ordem do pelotão, ajudou à tomada de decisão.
“Podemos realmente designa-lo de carro novo porque a lista de peças que mantivemos é muito menor do que as que trocamos”, disse o responsável técnico François-Xavier Demaison, citado pelo Motorsport-Total.com.
A Williams apresentou um conceito apoiado no da Red Bull, enquanto o conceito original era baseado numa altura ao solo baixa, que se destinava a fornecer ‘downforce’, mas assim que a equipa quis desenvolver o carro estava a tornar-se muito complicado e com queixas dos pilotos. Por isso, explicou Demaison, a equipa decidiu ir “noutra direção”.
Em vez de uma resposta rápida no início do ano, que poderia ter custos a nível do orçamento sem resultados à vista, a Williams optou trabalhar na pesquisa e desenvolvimento com tempo para que pudessem acertar à primeira.
“Vimos muitos, muitos outros carros irem em noutras direções”, acrescentou o responsável técnico da equipa de Grove. “Não somos estúpidos para não olhar para outro lado e não olhar para o que os outros fazem. Para isto, levou um pouco de tempo e análise antes de estarmos prontos para produzir porque não queríamos copiar sem compreender. É por isso que só o vemos na corrida 10, porque primeiro queríamos compreender o conceito”.
O facto de Albon ter tido o acidente nos primeiros metros da corrida em Silverstone que pode implicar um atraso na produção de peças para ambos os carros, a equipa está otimista com o novo conceito apresentado na última ronda da Fórmula 1.











