O recente anúncio de mais um GP de Fórmula 1 nos Estados Unidos da América pode significar o fim de alguns eventos que fazem parte do calendário da competição e cria mais pressão sobre a logística para visitar mais locais durante uma época. 23 corridas por ano parecia ser o máximo ambicionado pela Liberty Media, que detém os direitos comerciais da Fórmula 1, para uma época, mas as declarações de Stefano Domenicali sobre o interesse de novos mercados e a possibilidade de aumentar o número de provas por ano, leva a crer que isso possa realmente acontecer.
Para Zak Brown, CEO da McLaren, a solução para um futuro calendário da Fórmula 1 pode passar por 21 ou 22 corridas e com diferentes GP´s de ano para ano, procurando agradar a todos os interessados.
“Se pudesse agitar uma varinha mágica, gostaria de ver 21 ou 22 corridas”, disse Brown, em declarações à Reuters. O responsável da McLaren acrescentou que a disciplina poderia visitar regularmente 30 locais diferentes, beneficiando de vários mercados, através da rotação entre circuitos de uma época para a outra. “17 ou 18 como eventos permanentes e sete ou oito em rotação”, explicou Brown.”Porque penso que, para continuar a fazer crescer o desporto, quanto mais mercados de qualidade pudermos estar, melhor. Penso que há ‘mercados A’ e ‘mercados B’ em que corremos. Talvez os ‘mercados B’ possam ser de dois em dois anos”.










Eu já tenho dito isso várias vezes.
É ainda mais simples, retiram as corridas europeias, fazem mais 5 corridas nas arábias, mais 3 ou 4 na China, na Indonésia e conquistam os adeptos de plástico. Quando eles se enjoarem de ver F1 e quiserem mudar para outra coisa depois venham pedir aos parvos dos fiéis adeptos europeus para lhes salvar as contas.