Esta é uma das áreas que mais problemas vai ter no que às intenções da Liberty Media/FOM diz respeito. Neste ponto a FIA não é tida nem achada, e a maior certeza que temos relativamente a esta questão é que… está longe de estar fechada. É natural, sendo uma área tão controversa, mas há uma certeza, uma estrutura mais equitativa foi discutida.
Como funcionou até aqui? Há duas colunas principais, na primeira os valores são divididos igualmente entre todas as equipas que terminaram nos 10 primeiros lugares do campeonato dos construtores em duas das últimas três épocas. Já a segunda coluna é partilhada entre os 10 primeiros colocados do campeonato, que na prática, hoje em dia, são todas as equipas. Os campeões recebem 19% do valor total atribuído a essa coluna e o último recebe 4%. Tudo o resto fica, naturalmente, no meio…
Há uma terceira coluna em que só está a Ferrari, que recebe um pagamento único “Long Standing Team” (equipa de longa data).
Na coluna seguinte, quatro equipas recebem pagamentos adicionais como “Constructors Championship Bonus” (Bónus de Construtor). São elas a Ferrari, Red Bull, Mercedes e Williams. A coluna ‘Outros’ refere-se a uma tabela de herança/performance, baseada numa mistura de vitórias em campeonatos antigos e as classificações de dez anos.
Quanto mais tempo passa, maior é o bónus.
Resumindo, a Ferrari tem liderado a lista, mesmo não ganhando, Mercedes é segunda na frente da Red Bull, mas mesmo tendo tido maus resultados nos últimos anos, a McLaren e a Williams são as equipas que se seguem na lista…
Para 2021, os bónus continuarão a ser pagos, mas a Liberty Media está a tentar reduzi-los. Vamos ver no que isto dá…











