Stefano Domenicali espera que as corridas de Fórmula 1 possam ter espetadores o mais rapidamente possível. No ano passado, a tendência foi para “corridas fantasma”, com algumas honrosas exceções, onde se incluiu o Grande Prémio de Portugal de Fórmula 1, mas nesta altura, com a força com que ainda está a pandemia, há ainda muitas restrições devido a estirpes mais virulentas.
O novo CEO da F1, questionado pelo jornal italiano Il Giornale se as duas rondas italianas do próximo mundial poderão acolher os espectadores, mostrou-se esperançoso: “São duas rondas fundamentais no calendário de 2021. Teremos apenas de ver qual é a evolução da pandemia nos próximos meses. Mas a esperança é certamente de poder ver muitas pessoas nas bancadas o mais cedo possível”. O desejo que tenho da Fórmula 1 ter espectadores é muito grande”, disse Domenicali, que também foi questionado sobre a Ferrari, a equipa que já liderou: “A F1 precisa da Ferrari e a Ferrari precisa da F1. Vejo a equipa a partir de uma situação ligeiramente mais difícil do que a que vimos no ano passado, mas estou convencido de que a vontade e a clareza do que precisa de ser feito estão muito presentes em Maranello”.














Uma coisa é ter 500 ou 1000 espalhados pelo circuito, outra é ter esses 1000 em apenas uma bancada ou 30000 ou 50000 como estiveram em Portimão. Por isso não foi nenhuma honra mas uma falta dela.
Não percebo como é que um comentário completamente inócuo e justificado pode ter pontos negativos… Se se ter os piores números do mundo em relação à pandemia não serve por si só para justificar a interdição de bancadas, é óbvio que tem se ter como base de julgamento a bandalheira que foi o ultimo grande prémio, ter vergonha do que se passou e interditar a assistência ao publico, como aliás proibiram para o MotoGp… Estou portanto de acordo com o colega quando diz que foi um desonra ter público em Portimão e acho completamente louco sequer pensar que possa vir… Ler mais »
Os nºs espectadores no ano passado estão muito mal explicados. Embora tenha corrido tudo bem para os meus lados, este ano, a ser, tem que ser como deve ser!
Estive em Portimao e tive menos medo do virus do que no trabalho tenho trabalhado quase sempre e nao em teletrabalho porque e que posso ir trabalhar e nao poso ir divertir-me com os devidos cuidados uso mascara desde Abril do ano passado quando ainda nem era aconselhada claro que devemos de exigir um pouco mais de organizaçao no ano passado foi tudo feito a pressa agora ja teem a experiencia do ano passado e so uns ajustes e redizir mais uns 25% na lotaçao fazer as marcaçoes nos lugares e e bem menos perigoso do que os comboios da… Ler mais »
Caro Manuel, faz muito bem em usar máscara e tomar todas as precauções, como todos o devemos fazer, mas não é comparável uma situação de necessidade com uma supérflua. As pessoas trabalham porque precisam de trabalhar, as pessoas andam de comboio porque não têm escolha.
Promover eventos onde se reunem milhares de pessoas não faz sentido este ano, muito menos no país com os piores números do mundo.
Acho que pedir apenas o razoável não deve ser motivo para protesto.
“Aerosol transmission can occur in specific settings, particularly in indoor, crowded and inadequately ventilated spaces, where infected person(s) spend long periods of time with others, such as restaurants, choir practices, fitness classes, nightclubs, offices and/or places of worship.”
Fonte: https://www.who.int/emergencies/diseases/novel-coronavirus-2019/question-and-answers-hub/q-a-detail/coronavirus-disease-covid-19-how-is-it-transmitted
Como pode ver pela informação da OMS existem locais o problema são locais indoor especialmente quando não tem ventilação, não é bem o caso dos circuitos.
Caro Manuel Moita, 100% de acordo !
Os ralis quer espectadores o mais rápido possível…
Espero bem que haja corrida em Portimão e que possa haver público. Isto a avaliar a tendência dos nºs e acreditando que até lá as coisas estejam melhores. A ser, será só em Maio e que nessa altura os nºs que nos apontavam para piores a nivél mundial sejam só uma (má) recordação, como é evidente só nesta condições deverá haver GP com publico. Estive na Portimão 2 no ano passado e apesar de não ter corrido tudo bem, muito pelo contrário, pelo que vim a saber depois, em nenhum momento me senti em perigo e consegui estar sempre com… Ler mais »
Eu percebo a questão dos números que refere, mas acho que existe algo acima disso. Com que dinheiro vamos trazer a F1 ao nosso país, quais são as condições? Se o GP só é viável com a presença de público, acha que 15 ou 20 mil é o suficiente para suster as exigências financeiras que são requeridas para trazer o evento para Portugal? Mesmo a presença de 15 mil pessoas não é um número demasiado elevado perante todas as incertezas que estão associadas a esta pandemia e a forma como se propaga? Ou seja, perante tantos problemas que estamos a… Ler mais »
Respeito o seu ponto de vista mas acho que vale. A pandemia já nos tirou tantas coisas, ao menos que esta não. Quanto aos dinheiros desconheço até que ponto é viável ou não, e que nº de espectadores o torna viávél, isso é para quem de direito: a F1, o AIA. Sou apenas um fã, que, se quem de direito avançar com o GP, dentro das condições que referi, lá estará! Sobre as formas de propagação da pandemia creio já não haver tantas incertezas assim. Nada que cumprindo as regras Á RISCA (e gabo-me de fazer isso) seja pior que… Ler mais »
A pandemia tirou-nos muitas coisas e vai continuar a tirar, principalmente se dinheiros públicos forem aplicados desta forma. É obrigatório saber o que faz o estado com o nosso dinheiro, numa altura em que o país está de rastos. Nós estamos a ocupar um lugar no calendário dispensado por outros países, estamos a tapar um buraco em que ninguém se quer meter. Receber a F1 faz sentido quando o país estiver saudável, até lá deve-se focar no essencial, no bem estar de todos nós. Esta é a minha opinião, tendo o maior respeito pela sua como é evidente.
Percebo a necessidade, mas a F1 depende do público e não o contrário, para já público nas bancadas não! Num país de chicos-espertos, a começar pelos da nossa classe política, esta não é altura para se receber a F1 no nosso país, para cobaia já serviu o que se passou no ano passado, é preciso perceber que a F1 está-se completamente a cagar no GP de Portimão mal termine a pandemia, portanto vamos enterrar dinheiro e expor a nossa saúde pública mais uma em retorno de quê? Em retorno de mais buracos financeiros inexplicáveis? Deixem-se disso! Se daqui a três… Ler mais »
Aceito que no ano passado houve um abuso em Portimao no nº de espectadores por isso terá que ser reduzido a haver GP este ano. Quanto ao enterrar dinheiro não sei até que ponto isso é verdade e a ser estamos a falar de dinheiro de quem? Do estado? Desconheço por completo mas de qualquer forma há sempre (algum pelo menos) retorno. Quanto ao expor a saúde pública, o que dizer das praias por ex., ningúem está à espera que não haja praia este ano e o GP não é pior, desde que seja revisto o nºde espectadores. Em duas… Ler mais »
O Ni amorim diz que para o GP ser viável, necessita da presença de público e de investimento do estado, não especificando números creio eu. Na minha opinião, qualquer cêntimo que saia do estado para trazer um evento desta envergadura ao nosso país, isto no estado actual em que nos encontrámos, muito pior do que quando recebemos a corrida no ano passado, é inaceitável.
Eu também quero que haja espectadores por todo o lado (e não espetadores, porque soa a algo que dói), mas tendo em conta o estado das coisas, acho que tudo o que for evitável deve sê-lo. É certo que estes eventos são menos perigosos do que (por exemplo) terem deixado as escolas abertas após as férias de Natal – daquelas decisões que não entendi mesmo nada e o resultado está à vista – mas o problema é a viaja em si para o circuito (se o faz de transportes públicos) e não tanto o evento em si, onde as pessoas… Ler mais »
Para fazerem uns franguinhos no espeto, precisam de espetadores 🙂