Nikita Mazepin foi duramente criticado em 2021, principalmente na fase inicial da época, pelos seus próprios colegas de profissão, por causa de ultrapassar os adversários durante as voltas de saída nas qualificações, e também por bloquear alguns pilotos em várias situações, quando havia um “pacto” entre pilotos, um acordo de cavalheiros, fora das regras, mas que seria respeitado por todos para isso não acontecer. Depois de ter sido várias vezes chamado à atenção, o piloto da Haas sofreu na pele o mesmo e decidiu falar com o diretor de corrida (pode ler aqui). O resultado da conversa com Michael Masi e depois com os seus pares, não deixou Mazepin satisfeito.
“Michael é muito simpático e aberto para trabalhar, o que foi ótimo. Queria vê-lo em relação ao “acordo de cavalheiros”, mas obviamente que isso não é algo de que ele seja responsável. Disse-me apenas para falar com os pilotos. Tive uma conversa com os pilotos e não creio que o acordo… penso que todos disseram que já não existe, por isso já não há mais cavalheiros, pelo que entendi. Penso que cada um está no seu próprio mundo”.
Vamos esperar por 2022 para saber como será a abordagem de Nikita Mazepin e dos restantes pilotos.












O Mazepin colocou até nomes em cima da mesa, supostos “gentleman drivers” que lhe devolveram a gracinha, não sei porque o artigo não os menciona.
O piloto russo foi melhorando ao longo do ano, não é suficiente para ter lugar na F1 por mérito próprio, assim como o Latifi, além disso, é também um piloto que fala demasiado fora da pista, mas lá dentro não demonstra nada.
Por muita razão que tenha, o Mazepin tem de fazer o seu trabalho na pista, enquanto não fizer, não será minimamente levado a sério.