Nicholas Latifi abandonou a corrida nas voltas finais do GP da Rússia, num misto de sentimentos para o piloto canadiano. Se sentiu dificuldades em pressionar o Haas de Nikita Mazepin, por outro lado afirma que o carro na Rússia esteve muito bem, um dos melhores carros que já pilotou com a equipa.
“Já disse muitas vezes que o nosso carro, se estiver numa boa posição na frente, então é um carro com que se pode defender, mas não é um carro com que se possa atacar”, disse Latifi à F1.com. “Foi frustrante atrás de Nikita [Mazepin] porque fui muito mais rápido, mas há limitações quando temos de ser nós a atacar e a exercer pressão sobre ele foi muito, muito difícil. Quando estava com os pneus duros, o carro estava bom para conduzir, provavelmente um dos melhores que já tive – não sei qual era o ritmo naquele momento, mas no final estávamos 20 segundos atrás, por isso não ia chegar a ninguém. Portanto, foi um fim de semana frustrante”.
O piloto canadiano acabou por ter de abandonar, depois de ter tido um toque nas barreiras da pista e numa altura em que não valia a pena arriscar sem saber que danos tinha o monolugar da Williams. Em declarações ao motorsport.com, Latifi afirmou que, ”estava mais rápido que Russell, mais rápido que os Alpine, mais rápido que os Aston. Com a mesma estratégia. Isso foi bastante surpreendente, mas também torna ainda mais frustrante o facto de termos de começar no fundo da grelha”.











O Latifi conseguiu a proeza de num campeonato com 20 pilotos… ficar em 21º (o Hulk fez duas corridas)…
De qualquer maneira… ficamos sempre com a dúvida se o problema de “ataque” se deve ao carro, ou, ao piloto…
Acho que ninguém avisou o Russell disso…