Está agendada para amanhã, uma nova reunião entre os fabricantes de unidades motrizes, a FIA e a F1, mas antes mesmo de acontecer, já foram dados passos importantes para se alcançar um acordo, adianta a publicação alemã, Auto Motor und Sport.
O acordo pode estar próximo e ser assinado em outubro próximo, mas segundo a mesma fonte, já é tarde para a nova geração de motores avançar já em 2025. Existe a possibilidade de apenas serem colocadas em pista em 2026.
A alteração mais significativa na nova geração de unidades motrizes, será a subtração do MGU-H, que converte gases de escape quentes em energia elétrica. Este é um componente complexo que provou ser um desafio para muitos fabricantes, tanto a nível financeiro como de construção. Sem esse componente, as unidades podem passar a custar menos de um milhão de dólares para serem fabricadas, enquanto o preço atual ascende os dois milhões de dólares. Assim sendo, para além das unidades motrizes ficarem mais baratas, não perderão potência, já que o MGU-K deverá sofrer um aumento de kw, passando a debitar 350 kw, cerca de 475 cv, contra os atuais 120kw e será colocado no eixo dianteiros, ao invés do eixo traseiro, o que tem implicações importantes quer no set up do carro, como na organização do motor.
A potência total da unidade passará a ser superior a 1300 cv.










