Michael Andretti está interessado em tornar a Andretti Autosports na 11ª equipa da grelha da Fórmula 1, depois do negócio com a Sauber para a sua aquisição não ter tido sucesso. Mesmo com algumas equipas na defensiva, Andretti já avisou que tem dinheiro para pagar a taxa de entrada, basta darem-lhe essa oportunidade.
Aproveitando a ida da Fórmula 1 a Miami este fim de semana, Andretti esteve reunido nesta sexta-feira com Mohammed Ben Sulayem, presidente da FIA e saiu otimista do encontro.
“Penso que ele [Mohammed Ben Sulayem] nos apoia, mas há um grande processo que tem de acontecer e todas essas coisas”, explicou Andretti. “Disse que está a apoiar o processo. Há ainda um longo caminho a percorrer, mas é bom, Mohammed gostou do que apresentámos. Eu não quero dizer muito, eles não querem falar muito sobre isso. Mas são coisas positivas”.
Andretti revelou que planeia ter uma sede da equipa de Fórmula 1 em Indianápolis e outra no Reino Unido, esta última seria uma fábrica já existente no território. “Estamos a correr um risco, mas pensamos que vale a pena correr o risco. Porque temos de pôr a bola a rolar. Por isso estamos a contratar pessoas e coisas desse género”, afirmou Andretti
Sobre algumas posições de responsáveis de algumas equipas que defendem que 10 equipas são suficientes e a grelha não devia aumentar, Andretti argumenta que “10 equipas não é o número certo. Se pensarmos realmente nisso, existe o Acordo do Concorde até 2025. Agora, a Red Bull é proprietária de duas equipas. Se decidem retirar-se, ficam 16 carros na grelha. Não se pode ter uma corrida com 16 carros. Podem fazer uma corrida com 18 carros. Para mim, isso dá-lhes mais vantagens tendo equipas extra”.












