Depois de ter sido o mais rápido na segunda sessão de treinos livres, George Russell revelou acreditar que isso sucedeu muito mais devido ao tipo de pista a pista e as condições que esta apresentou, do que uma verdadeira evolução da Mercedes, ainda que o novo ‘pacote’ de melhoramentos introduzido no carro devam ter ajudado alguma coisa. Segundo Russel, o facto do Mercedes W13 ter dificuldades em levar os pneus à temperatura ideal, foi ultrapassado em Miami, devido às altas temperaturas no circuito de Miami, o que aliado às curvas lentas levou-os a ficar junto à Red Bull e Ferrari. O inglês foi segundo na sessão de abertura, e liderou a segunda: “Sempre soubemos que as condições de Miami nos deviam servir melhor, pois temos tido problemas com o aquecimento dos pneus, mesmo no Bahrein, quando a pista era realmente dura. Mas esta é a primeira corrida realmente quente da época.
Por isso, com certeza, isso tem sido um grande factor. De resto, o carro está a funcionar”, disse Russell que não embandeira em arco, pois sabe que a 1ª sessão foi para adaptação à pista dos pilotos, a segunda teve Verstappen e Sainz com problemas, e embora tenha ficado à frente de Charles Leclerc e Sergio Pérez, o dia de hoje será importante para perceber ser Miami pode sorrir à Mercedes ou é apenas algo passageiro…
GP Miami F1, George Russell,












