Após um ano ausente da Fórmula 1, Kevin Magnussen regressou à Haas para substituir Nikita Mazepin a pouco mais de uma semana da corrida inaugural. Com pouco tempo para se adaptar ao novo monolugar da equipa, os desafios do dinamarquês para as primeiras provas do ano são muitos.
Magnussen, na antevisão do GP do Bahrein deste fim de semana, admitiu que o seu maior receio nesta altura é não terminar a corrida.
“Primeiro que tudo com estes novos carros, a minha maior preocupação é não terminar a corrida. Penso que é importante começar com uma partida sólida em vez de uma partida explosiva,” explicou o piloto. “Claro que seria ótimo obter um bom resultado e é o que pretendemos, mas o mais importante é conseguir uma boa partida, alguma base de trabalho para o resto da temporada”.
Magnussen saiu da Fórmula 1 no final da época de 2020, assim como Romain Grosjean, e voltou no ano em que o regulamento técnico foi fortemente alterado, resultando em carros muito diferentes dos que pilotou na sua carreira. O dinamarquês afirma que os monolugares “continuam a ser muito rápidos. Têm muita força descendente. Sente-se que são mais pesados, principalmente em curvas de baixa velocidade com a aderência, são um pouco mais baixos, ainda assim muito divertido de conduzir e ainda se sente que é um carro de Fórmula 1″.
A última época foi muito desafiante para a Haas, pois sacrificou o ano por completo para perseguir a possibilidade de voltar aos pontos, tendo em vista o novo conjunto de regulamentos da Fórmula 1.












