A Williams está a recuperar depois de ter passado por um momento muito dificil, um dos piores da história da equipa desde a sua criação. Depois da aquisição da Dorilton existe alguma margem de manobra na equipa, em termos financeiros como desportivos e para levar o projeto em diante, Jost Capito foi o homem escolhido. A verdade é que um ano depois do alemão chegar à equipa, a Williams terminou no oitavo posto entre os construtores e conquistou um pódio na não-corrida de Spa-Francorchamps.
“Foi um ano diferente, em que muitas coisas aconteceram. Foi muito divertido para mim voltar à Fórmula 1 e devo dizer que trabalhar para a Williams é emocionante”, explicou Capito ao Autosprint. “É uma grande equipa com um grande nome, trabalhar aqui é ótimo, mas também muito stressante. Afinal, chegar a uma equipa que terminou em último lugar três anos seguidos, o último dos quais sem pontos, é claro que leva tempo para reconstruir. Por esse motivo, 2021 foi um enorme sucesso para nós, ninguém teria acreditado que seria possível ”.
Para 2022, a Williams perdeu o piloto que mais pontos conquistou desde 2018, George Russell, mas mantém Nicholas Latifi, a terceira época do piloto canadiano, e conseguiu trazer Alexander Albon de volta à Fórmula 1.












