É conhecido o hábito de Jacques Villeneuve querer chocar com as suas afirmações sobre todos os temas da Fórmula 1 e também é sabido que o antigo piloto não se coíbe de criticar o seu compatriota Lance Stroll.
Na coluna de opinião que assina na publicação Formule1.n, o campeão do Mundo de Fórmula 1 1997, escreveu que Stroll “deveria ser banido numa corrida pelo incidente com Fernando Alonso”. Villeneuve argumenta que a FIA deve dar o exemplo e tem sido pouco firme, tanto na F1 como noutras categorias, quando se trata de acidentes com pilotos a ziguezaguear nas retas. Essas ações, escreveu ainda o antigo piloto, são potencialmente fatais.
“Na Fórmula 4 e na Fórmula 3, às vezes vemos pilotos que conduzem como num videojogo”, explicou Villeneuve, que acredita que ações mais duras por parte da entidade federativa devem ser tomadas nas classes juniores.
O antigo piloto canadiano terminou este tema, afirmando que “Alonso teve sorte que acabou tudo bem para ele”.
Recordamos que Lance Stroll foi penalizado após a corrida terminar em 3 posições na grelha de partida do Grande Prémio do México, além de somar dois pontos de penalização.











Porquê chocante? O jornalista João Costa da sportv, grande admirador do Alonso, e o português representante ( manager, coach?) do Stroll afirmaram ontem o oposto= foi um incidente de corrida. Como podemos qualificar também tal juízo?
A questão que se põe é a seguinte: como podemos classificar todo e qualquer juízo seu sobre Alonso??
Mas, questão prévia: que legitimidade tem um forista que chega ao cúmulo de inventar que o carro do ‘milagreiro’ Nando ia a cair aos bocados, para falar da isenção, e não só, dos outros? Isto não é a escumalha que actualmente infesta o twitter ( a referência n/ é para o autosport) da Alpine e que abocanha e celebra essas ou do género da forma que está à vista de todos, e ai de quem nao os aplauda.
Notei o facto de não ter respondido. Quanto ao “cair os bocados”; lamento que não saiba reconhecer uma hipérbole…problema seu! Voltando aos seus “juízos” sobre FA, o que dizer de alguém que, ao contrário de todos, diz que Alonso “não fez nada de especial” no último GP? Pense duas vezes antes de falar da “isenção” de quem quer que seja. Chega a cair no ridículo com afimações como: “Ocon é o líder da equipa”, “Ocon não teve carro” ou ainda “viúvas alonsianas”, (parece o afondo…) Faça um favor a si mesmo…
Não respondeu? Juiz em causa própria ? Isso fica para vocês. Não. Nada de especial. À parte a enorme surpresa de ter continuado em corrida, e onde mostrou a sua grande valentia, foi às boxes, os carros foram reagrupados, e com um carro superior foi ultrapassando, tendo porém sido derrotado pelo Norris do seu campeonato. Se o Milagre, o extraordinário, e outros adjectivos que tal ,foi ter continuado a competir, então já não há adjectivos para qualificar o Warwick que capotou na Parabolica de Monza e foi a correr para o carro reserva . Ou já para não falar de… Ler mais »
Vocês? Eu falo por mim…Sem querer menosprezar Warwick Monza 90 ou numa situação similar Brundle Austrália 96, até porque os acidentes deles foram em carros muito menos seguros, (o Lotus 102 viu-se em Jerez), apenas de notar que Alonso não teve sequer tempo para se recompor ou ir a pé para as boxes, voltou para pista sem ter grandes certezas de como estava o carro, coisa pouca portanto, e recuperou posições, o tal “nada de especial”…o ódio cega mesmo!
Vocês = alonsianos , já que tão afectados ficam com a expressão idiomática ” viúva alonsiana”, tão usada pacificamente pelos italianos e espanhóis.
Não vale a pena tentar santificar o Nando. Mostrou grande bravura em ter continuado. Mas, não esconder: Em regime de SC foi lentamente até às boxes. Devido ao mesmo SC, deixaram- no regressar à pista e rodar lentamente durante voltas permitindo à equipa constatar com segurança que o carro continuava perfeitamente competitivo. Como se provou. E tendo, sempre devido ao SC, partido reagrupado aos outros todos.
Vocês = alonsianos , já que tão afectados ficam com a expressão idiomática ” viúva alonsiana”, tão usada pacificamente pelos italianos e espanhóis.
Não vale a pena tentar santificar o Nando. Mostrou grande bravura em ter continuado. Mas, não esconder: Em regime de SC foi lentamente até às boxes. Devido ao mesmo SC, deixaram- no regressar à pista e rodar lentamente durante voltas permitindo à equipa constatar com segurança que o carro continuava perfeitamente competitivo. Como se provou. E tendo, sempre devido ao SC, partido reagrupado com os outros todos.
Santificar? lol O ódio também te faz confundir dar valor quando é merecido com “santificar”…mas não é de espantar! Não sendo admirador da pessoa nem nunca tendo sido grande admirador do piloto, (nem hater) confesso que estou a gostar muito de ver este Alonso 2021/22, estou a achar muita piada à questão da idade/garra contra os mais jovens. Alonsiano aceita-se tal como Vetelista por ex. agora “viúvas”? Chamar “viúvas” a fãs do quer que seja é só estúpido! Seja esse termo usado por espanhóis, italianos ou portugueses…
Obrigado por nos “abrires os olhos”, mas já chega.
É aborrecido.
Ops . Repetido
E com alguma razão… Acid nte de corrida mas poderia ser fatal para os dois e mais alguém que os abalrroasse… Seria um aviso. Fez lembrar o acidente do pai do Jaques.
As condições que levaram ao acidente do Gilles foram ligeiramente diferentes, mas concordo que poderia ter sido muito mais grave.
O que diz Jacques Villeneuve é também dito por Damon Hill, Dario Franchitti e outros ex-pilotos. Concordo plenamente com eles. Acrescento: é repugnante terem transformado as corridas de F1 em decisões policiais de trânsito tipo companhais de seguros. Um acidente numa corrida não devia ser penalizado, não é um acidente no trânsito citadino! Excepto manobras destas, criminosas. Mudar de direção numa recta é pilotagem suja, não é erro nem “incidente”. Situações como a do Stroll era mandá-lo para casa umas corridas. Ter os pilotos atuais caladinhos, Alonso a dizer que é uma manobra normal e terem de ser os ex-pilotos… Ler mais »