Quantas corridas sprint vão ser realizadas em 2022 ainda não sabemos. O que sabemos é que houve uma tentativa de algumas equipas em aumentar o limite máximo do orçamento para 2022, que é de 140 milhões de euros, com o argumento desse formato.
Se Zak Brown chamou a atenção para esta questão, que envolvia equipas grandes e fornecedoras de unidades motrizes para equipas mais pequenas, que podem ser influenciadas na altura da tomada de decisão. Mas não na Haas, garantiu Günther Steiner.
Steiner deixou claro que a Haas não apoiaria um aumento do limite máximo orçamental, uma vez que tal medida seria em detrimento das estruturas mais pequenas da F1 que seriam mais uma vez ultrapassadas.
“No fim de contas, precisa de fazer sentido comercial, precisa de fazer sentido desportivo”, disse Steiner, citado pela publicação RACER sobre as corridas sprint. “Tenho a certeza que haverá uma proposta e se a FOM diz que algumas pessoas se opõem ao orçamento, então decidem contra”.
O responsável pela Haas quer deixar a decisão sobre o futuro das sprint com Stefano Domenicali, mas avisa que não vai ceder aos desejos das equipas maiores do pelotão.
“Vou deixar isso nas mãos de Stefano para resolver, porque, se faz sentido comercialmente e os fãs gostam o suficiente, eles vão tentar realizar as corridas, mas eles são os promotores, nós trabalhamos sempre com eles e tentamos estar do lado deles se pudermos fazer algo melhor. Não vou sair do meu caminho para que as grandes equipas tirem vantagem disso, para aumentarmos o limite orçamental. (…) Porque abriríamos uma lacuna que podia significar voltarmos aos ‘bons velhos tempos’?”









