A Fórmula 1 apresentou para 2022 o maior calendário alguma vez já pensado, com 23 corridas durante o ano. Há o regresso a circuitos que não receberam a disciplina durante os últimos dois anos, devido à pandemia, e um novo traçado. A época será extenuante para todos os envolvidos, mas a maioria concorda que a Fórmula 1 tem de aproveitar o aumento significativo de procura de certos mercados e de novos fãs.
Günther Steiner, chefe de equipa da Haas, partilha esta mesma opinião. “O calendário, 23 corridas, é muito, mas se existe procura por parte dos fãs, se eles nos querem ver, temos de o fazer. Penso que devemos dar aos fãs o que eles querem, para que se mantenham leais”, afirmou Günther Steiner. “Este ano temos o regresso de algumas corridas, algumas corridas muito, muito emocionantes: a corrida noturna em Singapura, voltar à Austrália, que é sempre uma das minhas corridas favoritas, e depois uma nova corrida em Miami, nos Estados Unidos, que é muito emocionante”.
Devido à pandemia, com o cancelamento de algumas corridas, a Fórmula 1 encontrou a solução em circuitos que estavam fora do calendário, como Portimão ou Mugello. Steiner diz que esta solução, se adotada em condições normais, traria um novo estímulo ao campeonato.
“Eu diria que nos últimos anos tivemos coisas boas. Tivemos circuitos, que não estavam no calendário há muitos anos e regressamos e alguns dos circuitos que eram novos, como Portugal há dois anos, mas agora mudando um pouco, penso que dá um novo estímulo em vez de ter um calendário fechado, todos os anos o mesmo. É mais do mesmo. O que a pandemia fez e o que surgiu para a contornar, penso que foi muito bom. E agora voltando a algumas destas corridas, que realmente gostamos, penso que é excitante”.











