O circuito citadino de Jidá Corniche é considerado por vários pilotos como um traçado perigoso e onde é muito fácil ocorrerem acidentes, como já vimos em quase todas as sessões durante este fim de semana. Entre Fórmula 1 e Fórmula 2, contam-se muitos incidentes, os mais graves foram os de Mick Schumacher e do piloto estreante na competição júnior, Cem Bölükbaşı.
A corrida do ano passado foi interrompida por bandeiras vermelhas, com períodos de Safety Car (SC) e Virtual Safety Car (VSC), e não será surpresa acontecer o mesmo na corrida de mais logo. Quando se dá um acidente ou um carro parado em pista, existe a necessidade de SC ou VSC para retirar o monolugar ou limpar a pista e como algumas equipas estão tão próximas em termos de desempenho, qualquer questão em pista pode alterar a classificação, com chamadas às boxes. O melhor exemplo foi no ano passado, com Max Verstappen e Lewis Hamilton, quando o britânico parou para troca de pneus durante o SC e o neerlandês não. Mais tarde, a direção de prova interrompeu a corrida com bandeiras vermelhas, perdendo Hamilton a vantagem teórica sobre o adversário.
Com poucas oportunidades para ultrapassar, a posição da pista será muito importante neste circuito.












Na teoria os Ferrari ou passam para a frente no início, ou apostam no undercut até porque as más-línguas dizem que a 2ª parte do plano do nº 2 da RBR é servir hoje de tampão desfrutando nas rectas do seu carro mais “descarregado”. O pior é a forte hipótese de incidentes, e rezemos para que não aconteça nada de grave ( imagine-se o que seria o Checo ficar imobilizado na pista como no Bahrain…).
Embora muitos de nós gostássemos que o Perez se saísse bem, o mais certo é que ele seja engolido logo na partida por ambos os ferraris. Claro que não faltarão depois as más linguas a defender que foi ordem de equipa para favorecer o Max.