Entre 16 e 18 de fevereiro a Ferrari apresentará o seu monolugar segundo o novo regulamento técnico de 2022. Nas próximas semanas, segundo Mattia Binotto, deverá ser anunciada a data exata, mas uma coisa é certa, o objetivo da equipa é continuar o crescimento sustentado.
“O que será importante para nós no próximo ano é continuarmos a crescer. E é reduzir ainda mais o fosso em relação aos adversários. Os novos regulamentos são uma clara oportunidade. A esperança é ser competitivo e para mim ser competitivo é estar na posição de ganhar corridas”, afirmou o responsável pela Scuderia, que refreou os ânimos sobre quem fala já da luta pelo título: “Será que isso significaria que podemos lutar pelo campeonato? Se eu olhar para hoje, o fosso ainda é grande. Mas, como Ferrari, faz parte do nosso ADN. O importante é ser capaz de lutar pelo menos em algumas corridas pela pole position e pela vitória. Essa é a consequência simples de um crescimento e melhoria contínuos. Ficaria desapontado se não tivéssemos melhorado em relação a este ano”.
Com um regulamento mais apertado em termos de inovações aerodinâmicas no chassis, a equipa apostou no desenvolvimento da unidade motriz.
A unidade motriz é significativamente diferente da atual, excepto o híbrido”, explicou Binotto. “Para o híbrido que introduzimos em 2021, antecipamos o que teria sido o de 2022. Haverá algumas alterações ao sistema híbrido para 2022, porque são adquiridos mais sensores da FIA, mas o sistema é muito semelhante àquele que corremos no final da época. No entanto, o resto, especialmente no motor de combustão interna, tenho de dizer que é significativamente diferente. Temos um novo combustível, que é 10% etanol, o que mudou muito a combustão. Só considerando que o combustível é diferente, qualquer que seja o fornecedor – não se deve ao fornecedor – mas estamos a perder mais ou menos 20 cavalos de potência, o que significa que de alguma forma a combustão em si é bastante diferente. Assim, houve muitas oportunidades no desenvolvimento da unidade motriz e nós mudamo-la bastante, especialmente na concepção da própria combustão”.
Em termos de chassis, Binotto disse que a equipa abordou o caso “com mente aberta e quando olhamos para concept, o que era possível ou não – que não são apenas as formas externas mas tudo o que se poderia ter feito sob a carroçaria em termos de disposição, em termos de desenho da suspensão, em termos da arquitectura, incluindo também a arquitectura de potência – penso que a equipa fez inovações significativas e o design global que estamos agora a formalizar é bastante diferente do projeto 2021“.












Mas aqui os adeptos tugas já o dão como campeão. Sonhar não é proibido. Força
A sério? E onde estão eles? Era para mandá-los para Maranello para o Bin8 “analisar”.
Por aqueles lados todos a “apedrejar” o DT/TP porque se lembrou de dar a boa nota 7 à Ferrari em 2021, cá, pelos vistos mais uma originalidade à portuguesa (imaginar que dizem o que não dizem?)
A Ferrari caiu muito.com esta época do chamado covid, e tudo o que vem atrás.etc. Os motivos ? Tanto se falou e especulou sobre isso.
Antigamente recuperavam rápidamente, Ferrari way. Agora é como se vê.Sem dúvida que o “peso” lobbystico que tinham históricamente baixou bastante,dentro da FIA e não só. Estão a reorganizar-se ? Esperemos que bem.
Mas fizeram uma boa época.Uma Ferrari a ganhar é fundamental para esta F1,muito mais que uma Mercedes ou qualquer outro fabricante.
Scheckter foi o campeão em 1979. Jean Todt assinou pela Ferrari em Maio de 1993. O 1.º campeonato do MS foi ganho em 2000. Recuperação rápida?
Não é preciso… os meus já estão refreados há muito… since 2019…
Enquanto lá andar o Binotto, não acredito que vão ser competitivos. Acredito que possam fazer algum brilharete. Mas no geral vão continuar a dar tiros nos pés como nos últimos 5 anos.