A Alpine tem uma organização um pouco diferente da maioria das equipas da Fórmula 1, não tendo um chefe de equipa designado. Em vez disso, Laurent Rossi, o CEO, lidera a gestão da equipa, com Marcin Budkowski e Davide Brivio. Mesmo sendo uma forma diferente de abraçar a gestão da equipa, Laurent Rossi já tinha dito em novembro, que pensava que funcionou, mas não excluiu a possibilidade de alterações à mesma em 2022. Em declarações ao jornal AS, Luca de Meo, CEO da Renault, afirmou o mesmo, comparando a Alpine com uma equipa de futebol: “Lutamos para ter talento e não há necessidade de sermos surpreendidos. Eu mudei muitas pessoas na Renault e vai continuar assim, a minha gente sabe que se não se sair bem, continuarei sempre a procurar até encontrar o onze inicial”.
Têm surgido rumores com alguma frequência sobre o regresso de Davide Brivio ao MotoGP, mas o homem forte da Renault deu o seu exemplo e acha que o italiano deve ser insistente. “Sempre lhe disse que quando deixei a Fiat pela Volkswagen não falava uma palavra de alemão, e eu era como um semideus em Itália porque tínhamos dado a volta à Fiat com Marchionne. Quando cheguei à Volkswagen fui tratado como um estagiário, não podia falar, não conhecia a empresa, mas insisti”.
Marcin Budkowski, que também se viu envolvido nas últimas semanas em rumores que davam conta da troca direta entre ele e Otmar Szafnauer da Aston Martin, disse ao Motorsport.com, que a sua função é proteger a equipa dos rumores, para não desestabilizar. “Como parte da gestão de topo da equipa, o meu papel é proteger a equipa de boatos. Na verdade, o que eu quero que as pessoas falem na máquina de café é sobre como fazer o carro andar mais depressa, não sobre quem está a fazer o quê ou como poderia ser a estrutura de gestão”.
Será que há “fumo sem fogo” ou poderão existir mudanças na Alpine nos próximos tempos?











