O peso dos novos monolugares de Fórmula 1 subiu, em parte porque a FIA reforçou os chassis, principalmente em resposta aos acidentes de Romain Grosjean e Antoine Hubert (F2). Dada a escala do acidente de Mick Schumacher em Jidá, que bateu de lado contra uma parede de betão, ficou mais uma vez claro que a FIA continua a trabalhar bem no que ao seu esforço de segurança diz respeito. Os pilotos concordam, mas assumem que esta é uma luta que nunca pode parar. Para Mick Schumacher: “poder estar ali em Jidá logo após o acidente e saber que estava bem mostra a segurança destes carros. Penso que tivemos uma melhoria de 300%, pelo que sei. Portanto, sim, a Fórmula 1 e a FIA estão definitivamente a seguir o caminho certo”, disse.
Já George Russell, sabe que a segurança nunca será demais: “é bastante incrível ver o que os carros podem reter num incidente como este. Mas também isto ainda é desporto automóvel, ainda estamos a rodar a mais de 300 quilómetros por hora e a essas velocidades e às forças que se enfrentam num incidente, nunca se terá uma espécie de carro à prova de bala. Mas é ótimo ver que estamos continuamente a lutar por mais”, disse o inglês.
O monolugar deste ano é mais rígido, mais pesado e bem melhor em termos de segurança.











