Algumas semanas atrás, a Aston Martin estava no nono e penúltimo lugar no Campeonato do Mundo de Construtores de Fórmula, mas depois de ter somado pontos em seis dos últimos sete Grandes Prémios a equipa de Silverstone ocupa o sétimo lugar, apenas sete pontos atrás da Alfa Romeo.
O Aston Martin apresentou várias atualizações de monta durante a época que resultou numa maior competitividade do AMR22 enquanto as equipas da segunda metade da tabela classificativa baixaram o seu rendimento conforme a época foi avançando. Recorde-se que a equipa apresentou novos flancos muito semelhantes ao RB18 da Red Bull e na Hungria, a asa traseira que desenvolveram deu muito que falar, comprovando que existiam lacunas no regulamento técnico da Fórmula 1. Esse componente não poderá ser utilizado em 2023, uma vez que a FIA alterou o regulamento não permitindo a existência daquela espécie de ‘endplate’ nas asas.
“Desde o início do ano, tivemos um desenvolvimento contínuo e agressivo”, explicou Tom McCullough, diretor de performance da Aston Martin. “Corrida após corrida, colocamos peças no carro e as atualizações funcionaram. O carro ficou mais rápido.”
O engenheiro da equipa britânica salientou as melhorias também em termos de fiabilidade, elogiando ainda o trabalho feito por Sebastian Vettel e Lance Stroll em pista. “Os pilotos fizeram um excelente trabalho”, disse McCullough, que avaliou as corridas em Singapura e no Japão como “muito satisfatórias”.
Em outras ocasiões, principalmente através de Mike Krack, chefe de equipa, foi realçado o facto da equipa ter de se manter atenta ao que fazem Haas e AlphaTauri nas corridas que faltam para o final da temporada, ao mesmo tempo que tentam atingir o sexto lugar da classificação.











