Já é do conhecimento geral que Olivier Oakes, o líder da Hitech GP, está a trabalhar para levar a sua estrutura até à Fórmula 1, tendo apresentado a sua candidatura à FIA no seguimento da abertura por esta do concurso para avaliar potenciais equipas da categoria máxima.
É também do conhecimento público que a H26, o nome do projecto, está já a trabalhar no túnel de vento da Mercedes Applied Science – um ‘spin-off’ da equipa de Fórmula 1 provocado pelo Tecto Orçamental – tendo ainda iniciado testes de intrusão e de colisão do chassis de acordo com o regulamento actual, que não será o usado a partir de 2026, ano em que estrará em vigor um novo ciclo regulamentar tanto do lado dos chassis como dos motores.
Todos estes procedimentos são muito onerosos, sendo preciso muito dinheiro para iniciar todo este projecto sem garantias de que a Hitech terá um lugar na grelha de partida, dado que, pelo menos, existem mais três candidatos para duas posições vagas.
As suspeitas apontam para que seja Dmytri Mazepin, que já foi accionista da equipa, o homem por detrás de todo o projecto, o que levaria a que a FIA e a FOM vetassem a entrada da Hitech, dadas as ligações do russo a Valdimir Putin, mas segundo os rumores que circulavam em Melbourne, o financiamento deverá vir do Dubai, o que numa primeira análise poderia dar alguma margem de segurança a Oakes.
No entanto, é conhecido que no Dubai circula muito dinheiro oriundo da Rússia, o que poderá dificultar a vida ao líder da Hitech.









