A época de Fórmula 1 de 2024 vai ter 24 corridas, arranca com Grandes Prémios consecutivos no Bahrein e Arábia Saudita e termina com três corridas consecutivas, Las Vegas, Qatar e Abu Dhabi no final de novembro e início de dezembro.
Tendo em conta que o Ramadão muçulmano começa no domingo, 10 de março, a corrida da Arábia Saudita será ao sábado. Entre as mudanças mais significativas estão o facto da corrida do Japão ser em abril, seguindo-se a China, que regressa após uma ausência imposta pela covid-19, desde 2019.
Na medida do possível, existe muito agrupamento regional, de modo a consumirem-se menos recursos, mas a caravana da F1 vai continuar a ter longos períodos longe de casa. Depois de um começo no Médio Oriente e Ásia a F1 vai a Miami, EUA, rumando depois à Europa para as corridas europeias, que são entremeadas pelo GP do Canadá. Espanha/Áustria/Grã-Bretanha formam a primeira tripla da época entre o final de junho e início de julho.
Após a pausa de verão, os grandes prémios europeus completam-se com a dupla jornada de Zandvoort e Monza. Segue-se o Azerbaijão, Singapura, e logo de seguida outra tripla, Estados Unidos, México e Brasil antes de mais um intervalo de três semanas para a série final de corridas que começa com Las Vegas, que também é ao sábado e as duas últimas já em dezembro, Qatar e Abu Dhabi.













Se esta gente, que se diz muito preocupada com a pegada do carbono, deveriam isso sim agrupar todas as corridas no continente americado e todas as da asia e deixar a europa e o medio oriente noutro grupo. Isso sim seria muito bom para a pegada ambiental.
Como se a F1 tivesse uma pegada carbónica brutal.
Em 2026, já com os novos motores e combustível, isso deixa de ser um problema.
Cumprimentos
Por acaso até tem uma pegada carbónica brutal, basta olhar para toda a logística que envolve a F1, não é só os “pópós” a andar às voltas na pista, é os camiões de transporte, é os jatos particulares, os aviões de transporte, toda a envolvência do grande circo é uma pegada brutal.
Num mundo ideal, seria assim, mas há vários constrangimentos que impedem esse agrupamento. O clima é um deles. O Canadá, por exemplo, tem uma faixa temporal muito curta devido ao clima, e mesmo nessa faixa já tivemos dias bem problemáticos. Há também os que pagam muito mais para abrirem ou fecharem a temporada.
Para o ano, a situação já melhora um bocadinho, já conseguiram alguns agrupamentos.
Até 2018 as nações da Terra têm que chegar a um acordo para aumentar o ano solar de forma a permitir ao Domenicali introduzir outros fins de semana de corrida. Isto bem organizado com as corridinhas-sprint pode chegar a 104 (52+52) por ano.
Até 2018? Em que ano estamos? Querem ver que eu sou mais nova do que pensava? 🙂 🙂