A falta de acordo entre as equipas sobre o valor adicional ao orçamento pelas corridas de sprint, é um assunto ainda pendente e que terá de ser resolvido o mais rápido possível, já que a época começa em menos de 2 meses. Para se poderem realizar as seis corridas planeadas para 2022, será necessário uma maioria de 28 votos em 30 (FIA e Fórmula 1 têm direito a 10 votos, cada equipa tem 1 voto). Mercedes, Ferrari e Red Bull são apontadas como as equipas que querem mais dinheiro disponível do que o valor oferecido pela Fórmula 1, com as equipas como McLaren e Alpine no outro extremo.
Christian Horner, em entrevista ao wionews.com, afirmou que é necessário uma tomada de decisão rápida para todos saberem o que esperar de 2022.
“Sou muito purista, acredito que a qualificação e a corrida são os aspectos fundamentais de um grande prémio”, disse Horner. “Penso que as corridas de sprint foram interessantes no ano passado. Penso que o formato não foi perfeito e penso que há coisas que poderiam ser feitas para tornar mais excitante, para tornar mais interessante. Mas agora está a ficar bastante tarde e vamos precisar de ter uma decisão muito em breve”.
A Fórmula 1 queria realizar 6 corridas de sprint, mas deverá ser difícil chegarem a um entendimento para que ainda aconteça este ano.










Acabem lá com isso já basta a quantidade exagerada de corridas, é preciso um bom modelo de qualificação.
Quero acrescentar, um modelo que evite casos como Monza ou Hungaroring entre outros casos.
Talvez uma classificação tipo Indianápolis, com os 10 primeiros fazendo 2 voltas seguindo, valendo o melhor tempo ou a média dessas voltas.
2 voltas seguidas
Por exemplo, o importante é não desvirtualizar o sentido da pole na corrida.
Corridas de sprint não fazem qualquer sentido. Alguém sabe de memória quem venceu as do ano passado? Limitem-se a fazer a qualificação como até aqui, que dá mais emoção.