Não é a primeira vez que algum responsável da Alpine afirma que uma equipa cliente ou uma equipa “B” seria a solução para algumas das questões que a estrutura francesa não consegue resolver.
Em meados de 2021, Marcin Budkowski – entretanto deixou a Alpine e entrou Otmar Szafnauer – afirmou que a Alpine estava interessada em encontrar parceiros para se tornarem equipas clientes e serem fornecidos com as unidades motrizes da Renault. Já na altura, para além de terem ficado sem equipas clientes no final de 2020 após a troca da McLaren pelos motores da Mercedes, existia o receio que outras estruturas trabalhassem mais próximas para perceberem mais rapidamente onde estão os ganhos e onde podem melhorar as suas unidades motrizes.
O que disse Budkowski em 2021, voltou, em parte, a ser dito por Bruno Famin, responsável pela produção das unidades motrizes Renault. “É sempre bom ter uma equipa cliente. Para a Alpine como equipa, é sempre bom ter uma referência para comparar”, afirmou Famim ao Motorsport-Total.com. “Quanto mais quilómetros percorremos nos testes de pré-temporada, por exemplo, mais informações temos, mais interessante é. Claro que também é uma limitação, mas tecnicamente é interessante”.
Assim como foi o caso de Budkowski em 2021, Famin salienta que o assunto não é da sua responsabilidade, que neste momento passa por “trabalhar na geração de motores de 2023”.











