A Aston Martin ocupa o sétimo posto do campeonato de construtores de Fórmula 1 com 77 pontos, tendo 9 desses pontos conquistados no GP do Qatar, melhor resultado da equipa nas últimas 14 corridas. Comparando ao que fez a estrutura em 2020, quando designada Racing Point, é muito pouco. No ano passado a Racing Point terminou no quarto posto com 195 pontos.
Otmar Szafnauer afirma que a equipa fez tudo o que pôde para desenvolver o AMR21, sem colocar em causa a próxima época, mas as alterações do regulamento sobre a aerodinâmica e os recursos limitados em túnel de vento, justificam o fraco desempenho apresentado pela estrutura. “Há muitas coisas que poderíamos ter tentado com uma arquitetura que não estivesse congelada. Mas não foi possível. Podia-se usar dois tokens e pronto, fizemos o nosso melhor para obter algo. Mas, ao mesmo tempo, tivemos de deixar de recuperar em 2021 algum downforce porque tínhamos recursos limitados e tempo limitado no túnel de vento”. Portanto, a Aston Martin decidiu que a sua melhor aposta era dar prioridade a 2022 e ao início da nova regulamentação da Fórmula 1, à semelhança de todas as equipas da grelha. “Tivemos de mudar para 2022, caso contrário teria afetado a nossa próxima época. Teríamos gostado de ter sido melhores? Sim. Mas também somos realistas, não conseguiríamos recuperar com os nossos recursos limitados”.












Recursos limitados, foco no carro de 2022, regras que prejudicaram mais os carros com “high-rake” como é o caso do Aston Martin.
E muito têm feito com o chasso que têm, se não fosse o Vettel, ainda mais abaixo na tabela estariam.
Recursos limitados até no que a pilotos diz respeito. Um é “filho do dono” (está tudo dito!), o outro, já veio dizer que a motivação é “limitada”…
E tem toda a razão em relação aos recursos limitados, sendo que um dos principais recursos de qualquer equipa será sempre a sua dupla de pilotos…
Cumprimentos