Há muito se fala do teto orçamental deste e do próximo ano, especialmente porque com a inflação que está a suceder um pouco por todo o lado isso está a ter efeitos nos gastos das equipas, que já várias vezes se queixaram publicamente dessa situação. Existem ‘ameaças’ que algumas equipas talvez não consigam terminar a época dentro do limite orçamental.
Andreas Seidl, da McLaren diz que o mais importante é que “todas as equipas estarão em cada corrida até ao final da época. Teremos contratos em vigor não só com a Fórmula 1, mas também com os nossos parceiros e patrocinadores, enfrentamos este ano um problema com este inesperado grande aumento de custos, especialmente do lado do frete, e contas de serviços públicos, e é por isso que ainda estamos a ter discussões entre as equipas e também com a FIA para encontrar uma solução para este ano.
Na próxima semana, há uma reunião na Comissão F1 na Áustria, onde esperamos encontrar uma solução no melhor interesse do desporto e encerrar o tema.
Avançando para o próximo ano, como todos sabem, está a chegar o próximo passo em termos da redução do limite de custos, que todos concordámos no passado, o que é também o correto a fazer.
Mas ao mesmo tempo, é ainda importante que continuemos a ter esta discussão sobre a introdução do aumento inflacionário do limite de custos, seja ele qual for, introduzindo-o já em 2023, em vez da implementação original, que estava previsto para 2024. Esta é uma discussão que ainda estamos a ter. Mas também aí, tenho a certeza de que encontraremos soluções.
E em termos do número de corridas, por exemplo, no próximo ano, há um mecanismo no limite de custos, que ajusta o nível do limite de custos com base no número de corridas que estamos a fazer.
Portanto, não espero qualquer problema com isto”, disse Seidl.










