A África do Sul esteve perto de um acordo com a Fórmula 1 para o regresso da competição ao circuito de Kyalami 30 anos depois da última corrida naquele país. No entanto, as negociações não tiveram sucesso. O presidente do Motorsport South Africa, órgão que regula o desporto automóvel naquele país, responsabilizou o promotor local pela ausência de Kyalami no calendário de 2023.
“A razão pela qual o evento F1 não terá lugar em 2023 é que o promotor local nomeado pela Fórmula 1 não conseguiu cumprir com as garantias financeiras”, disse Anton Roux à publicação sul-africana News24. “A questão não foi culpa da FIA, F1, MSA, ou do governo. Foi apenas porque o promotor local não conseguiu cumprir a promessa. E agora precisamos substituir o promotor local, mas estou muito confiante de que estaremos no calendário de 2024″.
O CEO da Fórmula 1, Stefano Domenicali, assegurou que 24 provas por ano será o máximo que cada calendário anual apresentará, apesar de segundo os regulamentos, a Fórmula 1 possa ter 25 provas por temporada. O interesse não provém apenas da África do Sul. A Colômbia trabalha numa proposta, assim como outros países e cidades.











