As mudanças ao Código Desportivo Internacional estão a dar que falar, com Anexo B a revelar mudanças surpreendentes, com penalizações severas para quem cometer exageros de linguagem, com as penalizações a sere multiplicadas por quatro no caso dos pilotos de F1.
De acordo com as novas regras para 2025, os pilotos de Fórmula 1 poderão ser proibidos de participar em corridas se disserem repetidamente palavrões ou criticarem a FIA. Uma medida que poderá causar mais desconforto na relação entre a FIA e a F1 e mesmo dentro da FIA
O código desportivo atualizado estabelece que três dessas infrações podem levar a uma suspensão de um mês e à perda de pontos no campeonato. A Associação de Pilotos de Grandes Prémios (GPDA) recusou-se a comentar, para já, a mudança no CDI. Mas espera-se que haja uma reação sobre este tema.
No entanto, a BBC avança que várias fontes revelaram uma oposição generalizada no seio da FIA à decisão, que terá sido aprovada através de uma votação eletrónica instantânea sem consultar as partes interessadas ou a GPDA. É mais uma polémica a juntar a várias outras, sendo a mais recente as alterações aos estatutos da FIA que tiraram força às comissões de auditoria e de ética. Estas mudanças foram introduzidas em dezembro, no final de um ano em que foram feitas uma série de alegações sobre a conduta de Mohammed ben Sulayem, que continua a colecionar casos e polémicas.
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Eu sou desse tempo e para quem se lembra do falecido Max Mosley e dizerem ser “tipo” ditador, ele, ao lado deste Mohammed ben Sulayem era um aprendiz de 2ª categoria, este presidente é mesmo ditador, posso , quero e mando típico de gente oriunda daqueles lados!Quantas vezes nós, em momentos mais quentes, frustrantes e arreliadores não mandamos cá para fora umas asneiradas mesmo a mais simples “shit”, ou criticamos alguém, é o mais natural! Cortem isso nas comunicações de rádio… Não é a forma mais certa de entendimento com os pilotos, eles são a cara da competição, sem pilotos… Ler mais »
Uma certa cultura ditatorial e de bens costumes está a tentar impor-se na FIA. A mais grave é sem duvida o poder discricionário que está a ser dado aos comissários.Em vez de criar um grupo profissional de comissários que seja coerente com aquilo que decide entre as várias corridas, entretem-se a criar mais coimas, mais repressão e mais poder concentrado no Presidente. Não auguro nada de bom para as corridas deste ano.
Isto das críticas à FIA faz lembrar os anos do Balestre, na altura sem penalizações, mas com jogadas de bastidores para prejudicar quem criticava, é triste!
Já a linguagem, talvez as penalizções sejam duras demais, mas os pilotos em eventos públicos têm de se comportar e falar sem ter que usar alguns dos palavrões que usam, já no carro talvez possa ser um pouco diferente, uma vez que é uma conversa entre piloto e equipa e a FIA só transmite porque quer.
Isto vai resultar em uma de 3 coisas, ou o Presidente da FIA sai, ou retiram estas regras ou a Liberty e as equipas e pilotos abandonam a F1, pois o acordo da concórdia para 2026 ainda não está assinado.
Ele deveria mencionar as palavras que não se podem dizer…. Assim ficamos na mesma…. É só para os mesmos do costume.
Não levem a mal a ironia, mas brevemente será implementada a sharia num GP perto de nós…
E uso de burka para as mulheres que trabalham nas equipes e organizações dos GPs.
Dantes ás coisas ‘estranhas’ e ‘esquesitas’ chamávamos ‘chinesices’. Pois agora actualizemos o léxico, passam as coisas ‘esquesitas’ a ser ‘arabices’!
esquisitas
O Balestre ao pé deste menino, era um aprendiz de feiticeiro
Vejo que há por aqui muitos simpatizantes do partido do ladrão de malas.
E dos donos ( das mesmas) que ainda não apareceram….
Completamente de acordo com o Presidente da FIA, à mínimos que devem ser cumpridos, deveria ser exemplo para outras modalidades.
Você gostaria de andar amordaçado? Ficaria calado se se sentisse injustiçado?