Um dos momentos altos da segunda sessão de treinos livres do Grande Prémio da Áustria foi a troca de ‘galhardetes’ entre a McLaren e Fernando Alonso. A forte chuva que assolou o traçado condicionou o trabalho que as equipas tinham planeado, e depois, com o piso molhado, houve talvez alguém que não julgou da forma correta as reais condições da pista.
Pouco impressionado com a decisão (mútua? – não sabemos…), o engenheiro de Fernando Alonso transmitiu-lhe a seguinte mensagem quando a pista ainda se encontrava húmida: “Podes permanecer em pista se quiseres, mas se não estiveres a aprender nada podes regressar às boxes”. Alonso respondeu: “Não tenho aprendido nada na última hora e meia…”, queixando-se do facto de ter pneus intermédios para o que nesse momento era ainda um circuito muito alagado…











Quer dizer: o Verstappen espetou-se por causa de uns correctores malucos – chamam-lhe “salsichas” – que decidiram instalar no circuito; o Marcus Ericsson e o Ricciardo quase se espetaram um contra o outro na FP1; o Vettel espetou-se com um problema de distribuição da travagem e impediu todos os pilotos de melhorarem os seus tempos da FP2; a Ferrari estreou mais uma versão da chinela havaiana a que chamam “halo”; o Hamilton tem agora o quinto motor, o Vettel vai ser penalizado por substituir a caixa de velocidades – mas o que é importante para o AS é as dificuldades… Ler mais »
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Quer dizer. Só há interesse se falarem da Ferrari. É isso?
Deve ser, deve… (facepalm)
Não aprendeste nada na ultima hora e meia? Eu acho que não aprendeste nada nestes últimos 2 anos.
Aprender não aprendeu, mas recordou a Minardi.
Deve ter sido. Tal e qual, com a diferença em dezenas de milhões.
É suposto aprender mais alguma coisa, com a porta de saída aí tão perto? Ou vai dizer aquele lugar comum que se aprende a vida inteira?
Alonso sempre na sua, depois queixa-se que o monolugar não evoluiu e que tem problemas na corrida… Quando os treinos é para isto mesmo, mas pronto, ele lá tem de fazer uma guerrinha para aparecer na capa dos jornais ou não fosse um egocêntrico crónico.