A Honda acredita que o seu motor de Fórmula 1 está a aproximar-se de um “nível decente”, após um “desempenho encorajador” no Grande Prémio do Brasil, apesar de Fernando Alonso ter criticado novamente o fabricante, mesmo tendo sido oitavo e, pela primeira vez na temporada, ter conseguido somar pontos em duas corridas consecutivas. Depois da corrida, Alonso disse que “a falta de potência era incrível, o que é bastante preocupante para a Toro Rosso no próximo ano”, mas o líder do projeto Honda F1, Yusuke Hasegawa, não concorda.
“Desde Monza que o nosso pacote e desempenho do motor está quase a um nível decente, depende das características do circuito. Às vezes, a Williams e a Force India são mais rápidas. Outras vezes, a Williams, Force India e Renault estão quase ao mesmo nível de desempenho. Conseguimos maximizar o desempenho atual do motor no Brasil, o que nos dá boas perspetivas. Do ponto de vista de potência, estamos um pouco atrás dos outros motores. Estamos a tentar colmatar esta lacuna, mas ainda não estamos lá. Não tivemos problemas de fiabilidade, o que é encorajador”, disse o japonês.











Nunca tinha visto um piloto, numa recta enorme com DRS aberto, a não conseguir ultrapassar, ou até colocar-se ao lado doutro carro, durante volta, após volta, após volta, até ver este Honda no Brasil…
Ora aqui está um japonês em fase de negação.
Os meus parabéns por terem maximizado o desempenho do motor, imagino o que seria se não o tivessem conseguido, provavelmente poderiam ser bastante competitivos… na F3.