Os novos responsáveis da Williams não pretendem que a equipa deixe de ser independente e se junte a uma das grandes equipas do pelotão ou até que seja comprada por uma marca.
Quem o afirma e Jost Capito, que vê na Williams potencial para crescer no futuro e se voltar a impor:
“O nosso objectivo claro é permanecer uma equipa independente e não ser comprada por qualquer outra equipa ou por uma marca, porque vemos o futuro no desporto”, disse o alemão. “A Williams sempre foi independente e para nós uma equipa B não é independente. Por essa definição não queremos ser uma equipa B, queremos ser uma equipa A porque as corridas são o nosso negócio principal e devem permanecer o nosso negócio principal sem depender de um fabricante que decide entrar ou sair, o que desafiaria a nossa existência”.
“Desde o final do ano passado tem havido muito investimento em infraestruturas, por exemplo máquinas para peças, há novas máquinas fantásticas, impressão 3D, hardware, software, na estrutura informática. Muito tem sido feito. Temos um fantástico túnel de vento. Não temos tudo, mas temos o suficiente para subir na grelha.”
“Mas não é ‘colocar novas máquinas e ligar o interruptor e elas funcionam corretamente'”, acrescentou, “é preciso implementá-las, é preciso calibrar o material, depois é preciso pô-lo a funcionar. É por isso que era importante conseguir o investimento no final do ano passado para o tornar disponível, funcionando corretamente, com bons resultados, para o carro de 2022”.












