Com o início dos testes de pré-época da Fórmula 1 no Barém, as atenções viraram-se para os novos carros, com cada equipa a revelar as últimas inovações. Entre as alterações notáveis, destaca-se a introdução de uma caraterística distinta no Williams FW46, que assinala um afastamento da anterior filosofia de design da equipa.
Trata-se da deslocação do ecrã LED da antepara do chassis para o volante. Este ajuste alinha a Williams com a tendência seguida por outras equipas desde 2014, quando os ecrãs no volante se tornaram uma prática comum. A mudança da antepara para o volante é um desvio significativo da abordagem anterior da Williams.
Durante a adoção dos turbo-híbridos, as equipas tiveram a opção de colocar ecrãs no volante para ajudar os pilotos. No entanto, a Williams optou por colocar os seus ecrãs na antepara, desviando-se da tendência predominante. O então diretor técnico da equipa, Pat Symonds, argumentou que esta decisão ajudava a reduzir a inércia da direção.










