Em 2020 a Mercedes dominou o Campeonato do Mundo de Fórmula 1. Em 17 corridas, Lewis Hamilton e Valtteri Bottas dividiram vitórias em 13, com apenas Max Verstappen, Pierre Gasly e Sergio Pérez a conseguirem quebrar o domínio da Mercedes no degrau mais alto do pódio. Apesar de um ano dominante, o chefe de equipa da Mercedes, Toto Wolff, admitiu que existiram ocasiões em que gostaria de ter Niki Lauda (antigo Diretor Não-Executivo) ao seu lado.
Lauda faleceu em maio de 2019 e numa entrevista à Formula 1 Magazine Wolff falou sobre a falta do austríaco: “Sinto a falta dele muitas vezes ao ano. Em 2019 foi um choque e apenas no final do ano percebi que o meu grande amigo, companheiro de viagem e confidente tinha desaparecido”.
“Ele costumava sair do circuito por volta das quatro, cinco da tarde. Eu só me juntava a ele por volta das oito para jantar. Sempre que chegava ele estava no seu iPad a reclamar que estava aborrecido à minha espera. De manhã ele saia para o circuito antes do pessoal do catering, ficando assim com o primeiro turno e depois eu ficava com o segundo”, recordou Wolff.
“Existiram situações este ano em que eu gostaria de ter a opinião dele. Mas, ainda me pergunto ‘o que é que o Niki faria?’. A resposta é imediata porque ele sempre foi uma pessoa direta. Quando lhe perguntava alguma coisa, a resposta vinha sempre com muitas certezas”, finalizou Wolff











