Toto Wolff tem uma missão espinhosa pela frente. Num momento em que a saída de Lewis Hamilton fragiliza a Mercedes, o chefe dos Flechas de Prata tem de encontrar uma solução forte para a saída do heptacampeão.
Wolff está a abraçar esta possibilidade, olhando para ela como uma oportunidade de fazer coisas diferentes e um pouco ousadas. As renovações de Lando Norris e Charles Leclerc complicam as contas da Mercedes, com dois potenciais alvos ligados firmemente às respetivas equipas, mas Wolff olha para isso de forma construtiva:
“Não quero precipitar-me. Acho que há algumas semanas foram assinados alguns contratos que poderíamos ter analisado. Teria sido interessante, mas o timing afetou-nos um pouco. Se me dissessem há dois dias que o Lewis ia para a Ferrari, eu não achava que fosse possível. Portanto, as situações e as coisas podem mudar rapidamente. Os contratos só são válidos enquanto o piloto ou as equipas quiserem. E quem sabe o que está a acontecer no mercado de pilotos, que pode ser inesperado e criar oportunidades para nós. De certa forma, gosto sempre da mudança, porque a mudança dá-nos oportunidades. Da mesma forma que abraçámos a situação do Nico [Rosberg, que se retirou da competição no final de 2016], e que foi igualmente inesperada, estou ansioso por tomar as decisões certas para a equipa, com os meus colegas, e por saber quem vai ocupar o lugar no próximo ano. Talvez seja uma oportunidade para fazer algo ousado.












