A temporada de 2007 foi uma das mais marcantes do século XXI por vários motivos, entre eles pelo título de Kimi Raikkonen quando nada o fazia prever. O finlandês recuperou, nas duas últimas corridas da temporada, de uma desvantagem de 17 pontos – na altura cada vitória só valia 10 pontos – para… Lewis Hamilton, que se estreava na competição naquele ano.
Toto Wolff, líder da Mercedes, usou precisamente esta temporada para dizer que a Mercedes não se pode dar ao luxo de relaxar e pensar que a batalha pelo título de 2018 da Fórmula 1 está terminada.
Lewis Hamilton chega a Austin com 67 pontos de vantagem para Sebastian Vettel, podendo ser já campeão este fim de semana, ‘basta’ vencer e Vettel não chegar em segundo. Sendo que, se não se sagrar campeão, ainda terá mais três fins de semana para confirmar o título.
“Estar mais perto do título não muda nada. Em 2007, restando duas corridas, 45 pontos no sistema atual, o Lewis perdeu o campeonato. Alguém imaginaria que se poderia perder 45 pontos em duas corridas? Impossível. A corrida acontece no domingo, e não é necessariamente o carro mais rápido que vence. Não me quero acomodar porque tudo pode desaparecer com um abandono ou uma corrida maluca”, disse Wolff.











