Paddy Lowe, que trabalhou na Mercedes até 2016, fez algumas afirmações no mínimo controversas no último episódio do podcast da F1. Uma delas, e que gerou muita discussão, foi que em 2014 a equipa mantinha a unidade motriz num modo de potência mais baixo, para que a real velocidade do carro não fosse conhecida. Tudo isto por ordem de Toto Wolff.
Wolff veio ontem a terreiro desmentir Lowe e dizer que não fazia sentido esconder o verdadeiro poder de fogo do Mercedes (sandbagging) para que não fossem tomadas medidas regulamentares contra o domínio da equipa, quando o novo regulamento da era híbrida tinha acabado de entrar em vigor.
“Penso que Paddy deve ter estado num lugar diferente do que eu estava. Não existe tal situação, que se volte atrás com um motor só para ter os regulamentos afinados na nossa direção. Fomos muito competitivos em 2014 e penso que todos puderam ver isso. Foi o início de um regulamento que não teria sido alterado de qualquer forma. Por isso, sim, talvez o Paddy tivesse essa impressão”.
Lowe afirmou que Wolff deu a ordem quanto á potência a utilizar, tentando sempre encontrar um equilíbrio entre ter potência suficiente para permanecer na frente do pelotão sem parecer intocável.










