A Toro Rosso poderá renomear os motores Renault para a próxima temporada da Fórmula 1, a exemplo do que a casa-mãe Red Bull já faz, associando o nome da TAG Heuer aos propulsores construídos pela marca francesa. De acordo com palavras de Franz Tost, diretor da equipa italiano, ao jornal Gazzetta dello Sport.
A Toro Rosso usou motores Ferrari antigos na temporada de 2016, mas vai regressar aos Renault no próximo ano, com o mesmo esquema que a Red Bull já usa. A Renault apenas fornece os motores, não estando associada do construtor, pelo que as equipas podem escolher usar uma nomenclatura diferente. A Toro Rosso poderá fazer o mesmo, com Tost a admitir que “estamos em negociação com um possível patrocinador”.
A monocoque do Toro Rosso STR12 já foi submetida a um crash test, uma obrigatoriedade definida pelo regulamento, e o monolugar italiano vai estar pronto antes dos testes oficiais da F1 marcados para o final de fevereiro em Barcelona.









Espero que consigam o tal “patricinador”.
E eu vou ter é que conseguir um dicionário novo! Este aborto ortográfico está a mudar todos os dias! Agora francês até passou a ser françês, pelo menos é o que aparece num artigo qualquer sobre o Ogier. Será que qualquer dia português vai passar a ser partogais? Fogo!
Um “patricinador” é uma pessoa ou empresa que patricina, ou seja, que atribui patricínios.
Podem ir buscar um patricínio à McLaren, que eles andam a oferecer cenas dessas…
O tosta e um troca tintas de primeira ora um ano e ferrari o da outro e renault só falta a mercedes e a Honda que pela ordem de ideias são nos próximos 2 anos