Conselheiro da Red Bull desde que a marca de bebidas energéticas adquiriu a antiga Jaguar, no final de 2004, o austríaco Helmut Marko acredita que o desempenho de Max Verstappen em 2016 ‘calou’, de uma vez por todas, todos os que criticaram a decisão da marca promover o então piloto de 17 anos à Fórmula 1, por intermédio da Toro Rosso.
“Tínhamos razão quando o contratámos e o pusemos num carro de Fórmula 1 numa idade em que todos nos chamaram de loucos. E desde então ele provou que é um piloto muito especial”.
Apenas após uma temporada e as primeiras quatro corridas de 2016, Verstappen foi promovido à equipa-mãe, em detrimento de Daniil Kvyat, que regressou à Toro Rosso.
“Ele mostrou em muitas ocasiões que se encontra anos-luz à frente do típico piloto da Fórmula 1, vencendo a sua primeira prova ao volante de um Red Bull. Sim, os dois Mercedes colidiram e retiraram-se mutuamente da pista, portanto provavelmente a vitória caiu-lhe nas mãos, mas o GP do Brasil provou não só que ele está acima da média, como também que será um dos grandes nomes deste desporto”.
Para Marko, a única fraqueza do piloto reside na sua impaciência:
“Ele não tem qualquer ponto fraco a não ser o facto de por vezes ser impaciente. Por vezes tenta forçar determinadas situações em seu favor quando tudo o que tem de fazer é esperar um pouco e as coisas acabarão por acontecer cair no seu colo. Mas esta é uma mudança em progresso que está já a acontecer”.











