A segunda manhã do derradeiro teste de pré‑temporada em Sakhir foi dominada pelo trabalho de afinação dos novos carros de 2026, com muito foco na aerodinâmica, na gestão dos pneus e nos novos sistemas híbridos, e menos na caça ao tempo por volta.
Day 2 of Test 2 is upon us… 👊
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Logo após a luz verde, Verstappen foi um dos primeiros a entrar em pista, estreando‑se neste segundo teste com o RB22 carregado de flow‑vis num dos lados, enquanto a Red Bull recolhia dados sobre o enorme pacote de atualizações introduzido no dia anterior – novo sidepod, nova cobertura de motor e novo fundo. O neerlandês acabou por se instalar no topo da tabela com 1m34.620s em pneus médios, num cenário em que, tal como na véspera, os grandes nomes – Red Bull, McLaren, Ferrari e Mercedes – continuaram a ocupar naturalmente as primeiras posições, ainda que com programas de trabalho muito distintos.
Lando Norris voltou a estar muito ativo na primeira hora, inicialmente com pneus duros, liderando os tempos. Lewis Hamilton também saiu cedo com a Ferrari, integrando o grupo que abriu a sessão e concentrando‑se em voltas de recolha de dados e correlação com o novo pacote aerodinâmico da SF‑26, num traçado ainda relativamente fresco, com cerca de 30 °C de temperatura de pista.
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Tal como no dia anterior, a imagem de marca da manhã foram os carros cobertos de tinta fluorescente e as “andaimadas” aero rakes montadas em vários pontos da carroçaria. Alpine testou estruturas volumosas na zona traseira, Aston Martin instalou sensores atrás da asa traseira de Alonso, e Bearman, na Haas, também deu voltas com flow‑vis, numa fase em que praticamente todo o pelotão dividia o tempo entre runs de correlação aerodinâmica e o estudo do comportamento dos novos Pirelli mais estreitos.
Em paralelo, os pilotos continuaram a trabalhar a gestão do novo sistema híbrido – com uma repartição de potência muito próxima do 50/50 entre motor de combustão alimentado por combustíveis sustentáveis e a parte elétrica – explorando “Boost”, “Overtake Mode” e as várias formas de “Recharge” através de travagem regenerativa, lift‑and‑coast e afinações de mudanças.
Do lado dos novos projetos, Cadillac voltou a sentir o peso da fiabilidade: depois dos problemas de sensores no dia anterior, a equipa ainda não colocou o carro em pista na fase inicial da manhã, deixando Valtteri Bottas à espera de rodar e mantendo a formação norte‑americana em ligeiro atraso face ao plano de quilometragem desejado
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