O diretor executivo da Fórmula 1, Stefano Domenicali, rejeitou a possibilidade de alargar o calendário da competição para além dos atuais 24 grandes prémios.
Numa declaração recente, o diretor executivo da Fórmula 1, Stefano Domenicali, afastou as especulações sobre a expansão do calendário anual da competição para além dos atuais 24 grandes prémios. Apesar de ter atingido o marco sem precedentes de 24 corridas este ano, tanto a FIA como a F1 divulgaram conjuntamente o calendário para a próxima época, com o mesmo número de provas.
Reconhecendo a pressão imposta pelas viagens do paddock da F1, Domenicali sublinha que as corridas foram estrategicamente sequenciadas para o próximo ano. De acordo com o anúncio oficial, o calendário apresenta um melhor fluxo geográfico, refletindo os esforços para otimizar as disposições logísticas e melhorar a experiência tanto para as equipas como para os fãs.
Questionado por Jean Alesi, em entrevista ao Canal Plus, sobre se 24 provas são o máximo que o paddock da Fórmula 1 pode aguentar durante uma temporada, Domenicali, esclareceu que “em certos anos, tivemos problemas em fazer dezassete Grandes Prémios e hoje fazemos 24.Penso que 24 é o número correto, tendo em conta o interesse que a Fórmula 1 tem a nível mundial. Tecnicamente, poderíamos fazer 25, no entanto, penso que 24 é o número correto”.
O calendário para o ano que a Fórmula 1 festeja o 75º aniversário marca o regresso da Austrália como prova de abertura da temporada, duas semanas mais tarde do que aconteceu este ano (14 a 16 de março), terminando o ano de competição entre os dias 5 a 7 de dezembro em Yas Marina (Abu Dhabi), como é habitual.










