A este nível é perfeitamente natural que uma mudança de equipa torne necessário algum tempo para um piloto, mesmo de topo se adapte à nova realidade, pois mesmo que os monolugares pareçam à partida muito semelhantes a verdade é que na maioria dos pequenos detalhes são diferentes. Ainda durante os testes do Bahrein ouvimos Sebastian Vettel a dizer que sente a direção diferente, e este é só um pequeno exemplo. Outro, provavelmente mais sensível é a filosofia high e low rake que é seguida de forma distinta pela Racing Point o ano passado, este no Aston Martin e agora a Red Bull, por isso é natural que Pérez precise de tempo.
A verdade é que apesar disso, fez um boa exibição, realizado uma grande recuperação depois dos problemas que teve no início da corrida: “Tenho que me certificar de que estou a guiar como o carro precisa de ser guiado. Mas está a demorar algum tempo, porque é muito diferente daquilo a que estava habituado. É verdade que o ritmo da corrida foi bom mas há muitas coisas que ainda não estão como deviam. Mas as coisas estão a começar a correr melhor, volta a volta”, disse.











Foi inteligente em dar a si próprio 5 corridas para habituar-se mas correu um riscos desnecessário na qualificação em ir com pneus medios na Q2. O problema na volta de apresentação ofuscou o desastre da qualificação.
A decisão de ir de médios não foi dele. O Christian Horner assumiu a responsabilidade.
Fez uma grande corrida!! Tal como no passado, voltou a mostrar ser capaz de superar as adversidades, com muito sangue frio! Gostei de ver.