A Williams avisou que o carro deste ano era muito mais sensível ao vento, mas os engenheiros da equipa repararam que o carro poderá ser mais suscetível do que inicialmente previsto.
Dave Robson, chefe de performance dos veículos de Williams, esclareceu o pensamento por detrás da filosofia de desenvolvimento, explicando que apesar da equipa estar disposta a aceitar um aumento na sensibilidade ao vento, o resultado foi mais severo do que o esperado.
“É bastante dominante em termos da forma como o carro se comporta, é uma característica bastante importante”, admitiu ele. “É algo que estamos a trabalhar arduamente para melhorar. Não é algo que pretendemos ou queríamos, mas é uma característica do carro neste momento”.
“A sensibilidade é pior do que se esperava. Certamente não nos sentámos e dissemos que íamos fazer esta troca e tentar ser rápidos em qualquer corrida em que não houvesse vento. Não foi isso que nos propusemos alcançar. Penso que
aceitamos que o carro era um pouco mais sensível ao aumentarmos o downforce e reduzir o arrasto do carro.”
“O trabalho neste momento é agarrarmo-nos às coisas boas e tentar resolver o problema“, disse Robson.
“Vamos ter menos atualizações do que o normal, porque muita da atenção da fábrica está voltada para o carro do próximo ano. Mas penso que gostaríamos definitivamente de melhorar a sensibilidade ao vento este ano e haverá algumas peças para testar, esperemos que dentro de algumas corridas, que nos ajudarão a dar um passo nessa direção. Esse é o plano de qualquer forma. Penso que se conseguirmos compreender neste carro como melhorar este aspeto, isso deverá aplicar-se também ao carro do próximo ano, pelo menos filosoficamente, se não na comparação direta de componentes”.











